FESTA DE SANTO ANTÔNIO DE SANTANA GALVÃO

Para celebrar a festa em honra ao primeiro santo brasileiro, Santo Antônio de Sant’Ana Galvão, a Comunidade Residencial Vila Jardim São José preparou-se com o exercício do Tríduo.

            Assim, nos dias 22 e 23 de outubro, domingo e segunda, houve às 18h00 a Recitação do Santo Terço, Celebração da Palavra, Distribuição da Comunhão e as Orações do Tríduo. No dia 24, após a recita do Terço houve a Santa Missa e, em seguida, o Tríduo Preparatório.

            No dia dedicado ao Santo Frei Galvão, como é mais popularmente conhecido, houve às 18h00, na Rua Antônio Veríssimo, a Recitação do Santo Terço e, após, a procissão com a imagem do santo rumo à Igreja Matriz de São José. Na chegada, celebrou-se a Santa Missa.

Breve História

Frei Galvão nasceu no dia 10 de maio de 1739, na Vila de Santo Antônio de Guaratinguetá, atual cidade de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba. A vila estava na região chamada Capitania de São Paulo, hoje, Estado de São Paulo. Frei Galvão, aos 13 anos de idade, foi enviado pelos pais ao seminário jesuíta Colégio de Belém, em Cachoeira, na Bahia, para estudar ciências humanas.

            Em 1755, recebeu a notícia da morte prematura de sua mãe. Esse fato fez com que ele assumisse Sant’Ana (Santana), de quem era devoto, como mãe espiritual. Tanto que seu futuro nome de religioso será “Frei Antônio de Sant’Anna Galvão”. Tornou-se franciscano, no convento de Macacu, em Itaboraí, Rio de Janeiro. Em 11 de julho de 1762, o frei foi ordenado sacerdote e transferido para o Convento de São Francisco na cidade de São Paulo. Lá, ele continuou os estudos de filosofia e teologia.

            Frei Galvão faleceu no Mosteiro da Luz, em 23 de dezembro de 1822, poucos meses depois da independência do Brasil. Faleceu na graça de Deus, com fama de santidade. Uma multidão de luto veio se despedir do santo que encantou a cidade de São Paulo. Ele foi sepultado na igreja do Mosteiro da Luz. Até hoje, o seu túmulo é destino de peregrinação de fiéis que vêm pedir e agradecer as graças recebidas pela sua intercessão.

            Em 1998, Frei Galvão foi beatificado pelo Papa João Paulo II, recebendo os títulos de Homem da Paz e da Caridade e de Patrono da Construção Civil no Brasil. De seu processo de beatificação constam 27.800 graças documentadas, além de outras consideradas milagres. Em 2007, foi canonizado por Bento XVI, tornando-se o primeiro santo brasileiro.

 

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